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Assessora Diocesana das Pastorais Sociais, irmã Bernadete divulga Carta pelo Dia Mundial do Pobre 2021


Sexta-feira, 12 de novembro de 2021


Foto | Assessora Diocesana das Pastorais Sociais, irmã Bernadete divulga Carta pelo Dia Mundial do Pobre 2021

Confira na íntegra a carta:
 
 
Estimados Sacerdotes, Religiosas/os, Leigas/os.
Paz e Bem!
 
 
 
No próximo domingo, dia 14 de novembro de 2021, celebraremos o Dia Mundial do Pobre.
 
Todos os anos, o Papa Francisco escreve uma carta a todos os cristãos do mundo inteiro convidando a termos um olhar de misericórdia para com os que sofrem.
 
Este ano, com a frase bíblica,Sempre tereis pobres entre vós (Mc 14,7),  o Papa  nos convida a olharmos para a pessoa de Jesus que também se fez pobre. Jesus não só está ao lado dos pobres, mas também partilha com eles a mesma sorte.  Isto constitui também um forte ensinamento para os seus discípulos de todos os tempos. Os pobres não são pessoas “externas” à comunidade, mas irmãos e irmãs cujo sofrimento se partilha para abrandar o seu mal e a marginalização, a fim de lhes ser devolvida a dignidade perdida e garantir a necessária inclusão social. A esmola é ocasional ao passo que a partilha é duradoura.
 
Com a pandemia, a pobreza aumentou, infelizmente. Pobreza não é fruto do destino, é consequência do egoísmo. Durante a pandemia pudemos presenciar com tristeza algumas empresas superfaturando a custa dos pobres acometidos pela Covid-19.
 
Graças à solidariedade social e a generosidade de muitas paróquias, de grupos, entidades, pastorais, fez com que os sofrimentos de muitas famílias, doentes, idosos fossem amenizados. Louvado seja Deus.
 
Que ao celebrarmos o Dia Mundial do Pobre, possamos radicar-se cada vez mais nas nossas Igrejas locais de ajuda de solidariedade, de partilha, de escuta e abrir-se a um movimento de evangelização que, em primeira instância encontre os pobres, lá onde eles estão. Não podemos ficar à espera de quem batem a nossa porta; é urgente ir ter com eles às suas casas, aos hospitais, as estradas e aos cantos escuros onde, por vezes se escondem.
 
Como seria evangélico se pudéssemos dizer com toda verdade: também nós somos pobres, porque só assim conseguiríamos realmente reconhecê-los e fazê-los tornar-se parte de nossa vida e instrumento de salvação.
 
Que o Divino Espírito Santo nos torne sensíveis ao clamor dos que sofrem.
 
 
Barretos 11 de novembro de 2021.
 
 
Ir. Bernadete Meneghello
Pastorais Sociais
 

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